A jovem é considerada um modelo de santidade; é lembrada por sua filosofia de “amar sem limites”. Em seu tempo, conseguiu mobilizar benfeitores e voluntários para a construção de um barco-hospital que ajudou muitas comunidades atendidas pela Diocese do Alto Solimões. Hoje, os Frades Menores Capuchinhos continuam sua obra com o projeto “Irmã Amazônia, um rio de Vida, um rio de Esperança”.
Por: Equipe de Comunicação da REPAM
A história de Maria Cristina Ogier nos conta que ela nasceu na Itália em 9 de março de 1955; aos 4 anos foi diagnosticada com um tumor cerebral e faleceu aos 19 anos de idade. Durante sua vida, e como Terciária Franciscana, impulsionou obras de assistência a pessoas com deficiência, idosos e crianças. Motivou seu pai (ginecologista de profissão) a abrir o primeiro centro pró-vida de Florença (Itália). Por volta de 1970, ao conhecer o padre Pio Conti, interessou-se pela vida das missões na Amazônia e dedicou-se a reunir os fundos necessários para a construção de um barco-hospital que atenderia um território de 500 quilômetros, no qual residem comunidades indígenas e ribeirinhas. Em 20 de maio de 2023, o Papa Francisco a declarou venerável pelas virtudes heroicas que demonstrou em vida.
O projeto “Irmã Amazônia, um rio de Vida, um rio de Esperança”, impulsionado pelos Frades Menores Capuchinhos, conta com o apoio do Instituto Maria Cristina Ogier e de outras organizações benfeitoras, o que permite levar assistência e medicamentos às comunidades que deles necessitam. Os Frades Menores convidam a divulgar a devoção à jovem venerável, com a finalidade de receber as bênçãos por sua intercessão.